Retirado do Blog do Nassif
quinta-feira, janeiro 13, 2011
quarta-feira, janeiro 12, 2011
Da sala de aula para o espaço
Postado por
Marcel
Por Revista Pesquisa Fapesp
Um grupo de professores e 120 estudantes do quinto ano da Escola Municipal Tancredo Neves, de Ubatuba, litoral norte paulista, em conjunto com empresários e pesquisadores voluntários, estão construindo um satélite artificial que deve ser lançado nos Estados Unidos e entrar em órbita ainda este ano.
A iniciativa partiu do professor de matemática Candido Osvaldo de Souza. Em fevereiro de 2010, ele leu em uma revista de divulgação científica que uma empresa dos Estados Unidos, a Interorbital, vendia kits de satélites chamados TubeSats, que permaneciam em órbita a 300 quilômetros de altitude durante três meses. Ousadamente, Souza pensou em construir e lançar um desses. Os alunos aprovaram seu plano, mesmo sabendo que teriam de enfrentar muitas dificuldades, que Souza está superando, uma a uma.
Para começar, não tinham como pagar os U$ 8 mil do kit do satélite. Souza, porém, conseguiu o patrocínio de empresas locais que cobriram as despesas. Depois, ele descobriu que somente por meio de uma fundação seria possível enviar o dinheiro à empresa nos Estados Unidos. Conversou com os dirigentes da escola, com os políticos da cidade e conseguiu transformar a Associação de Pais e Mestres em uma fundação. O professor de matemática teve de batalhar também uma licença do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), órgão federal sediado em São José dos Campos, interior paulista, que constrói e gerencia satélites no Brasil.
Aos poucos, Souza conseguiu o apoio de outros professores, que mobilizaram os estudantes de todas as classes e promoveram um concurso para selecionar a mensagem que o satélite deve emitir nos três meses em que estiver em órbita.
A equipe coordenada por ele e por Emerson Yaegashi, que também ensina matemática, trabalha agora nos dispositivos eletrônicos do interior do satélite. Receberam os componentes e as instruções para montar os protótipos e a versão definitiva. Vendo que precisava de ajuda, Souza procurou uma empresa de robótica e desenvolvimento de software sediada na cidade de São Paulo, a Globalcode, e teve uma grata surpresa: os diretores, Vinicius Senger e Yara Mascarenhas Hornos Senger, moravam em Ubatuba.
“Vencidas as etapas financeira e burocrática, agora o grande desafio é construir o recheio do satélite”, diz Yara. Depois de coordenarem o treinamento sobre eletrônica básica para os professores, Vinicius e Yara começaram voluntariamente a ajudar docentes e alunos a desenhar, corroer e soldar as placas dos protótipos do satélite.
“Criamos a placa Ubatubino, que pode ser reutilizada para outras funções e as próprias crianças podem fabricar, usando programas de fonte aberta e material simples, como um ferro de passar roupa”, diz Vinicius. “As crianças estão fazendo pequenos computadores, com capacidade similar aos que os astronautas usaram na década de 1960 quando pousaram na Lua. É totalmente viável construirmos satélites educacionais inteiramente no Brasil, sem depender de importações, e promover, por exemplo, competições entre escolas.”
A edição de janeiro da revista SatMagazine , especializada em satélites, citou o trabalho realizado em Ubatuba: “O TubeSats já é parte do currículo de universidades e escolas ao redor do mundo. Talvez o mais ambicioso projeto esteja no Brasil em um programa coordenado por Candido Osvaldo e Emerson Yaegashi, no qual 120 estudantes criaram 22 maquetes do TubeSats em sala de aula. Os alunos que construírem as melhores maquetes ganharão a honra de montar o TubeSat orbital real”.
Sérgio Mascarenhas, coordenador de projetos do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos, tem acompanhado com entusiasmo a construção do satélite de Ubatuba: “O apoio à iniciativa do professor é a saída para melhorarmos a educação no Brasil”, comenta. Em férias, o professor Candido Osvaldo de Souza não foi encontrado para comentar o projeto que ele coordena.
Imagens
O vídeo “Mão na massa: aprendendo a soldar, criar placas, corroer e fabricar placas no seu escritório” contém etapas do processo de produção das placas pelos professores e pelas crianças – como a impressão, usando ferro de passar roupa.
Um grupo de professores e 120 estudantes do quinto ano da Escola Municipal Tancredo Neves, de Ubatuba, litoral norte paulista, em conjunto com empresários e pesquisadores voluntários, estão construindo um satélite artificial que deve ser lançado nos Estados Unidos e entrar em órbita ainda este ano.
A iniciativa partiu do professor de matemática Candido Osvaldo de Souza. Em fevereiro de 2010, ele leu em uma revista de divulgação científica que uma empresa dos Estados Unidos, a Interorbital, vendia kits de satélites chamados TubeSats, que permaneciam em órbita a 300 quilômetros de altitude durante três meses. Ousadamente, Souza pensou em construir e lançar um desses. Os alunos aprovaram seu plano, mesmo sabendo que teriam de enfrentar muitas dificuldades, que Souza está superando, uma a uma.
Para começar, não tinham como pagar os U$ 8 mil do kit do satélite. Souza, porém, conseguiu o patrocínio de empresas locais que cobriram as despesas. Depois, ele descobriu que somente por meio de uma fundação seria possível enviar o dinheiro à empresa nos Estados Unidos. Conversou com os dirigentes da escola, com os políticos da cidade e conseguiu transformar a Associação de Pais e Mestres em uma fundação. O professor de matemática teve de batalhar também uma licença do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), órgão federal sediado em São José dos Campos, interior paulista, que constrói e gerencia satélites no Brasil.
Aos poucos, Souza conseguiu o apoio de outros professores, que mobilizaram os estudantes de todas as classes e promoveram um concurso para selecionar a mensagem que o satélite deve emitir nos três meses em que estiver em órbita.
A equipe coordenada por ele e por Emerson Yaegashi, que também ensina matemática, trabalha agora nos dispositivos eletrônicos do interior do satélite. Receberam os componentes e as instruções para montar os protótipos e a versão definitiva. Vendo que precisava de ajuda, Souza procurou uma empresa de robótica e desenvolvimento de software sediada na cidade de São Paulo, a Globalcode, e teve uma grata surpresa: os diretores, Vinicius Senger e Yara Mascarenhas Hornos Senger, moravam em Ubatuba.
“Vencidas as etapas financeira e burocrática, agora o grande desafio é construir o recheio do satélite”, diz Yara. Depois de coordenarem o treinamento sobre eletrônica básica para os professores, Vinicius e Yara começaram voluntariamente a ajudar docentes e alunos a desenhar, corroer e soldar as placas dos protótipos do satélite.
“Criamos a placa Ubatubino, que pode ser reutilizada para outras funções e as próprias crianças podem fabricar, usando programas de fonte aberta e material simples, como um ferro de passar roupa”, diz Vinicius. “As crianças estão fazendo pequenos computadores, com capacidade similar aos que os astronautas usaram na década de 1960 quando pousaram na Lua. É totalmente viável construirmos satélites educacionais inteiramente no Brasil, sem depender de importações, e promover, por exemplo, competições entre escolas.”
A edição de janeiro da revista SatMagazine , especializada em satélites, citou o trabalho realizado em Ubatuba: “O TubeSats já é parte do currículo de universidades e escolas ao redor do mundo. Talvez o mais ambicioso projeto esteja no Brasil em um programa coordenado por Candido Osvaldo e Emerson Yaegashi, no qual 120 estudantes criaram 22 maquetes do TubeSats em sala de aula. Os alunos que construírem as melhores maquetes ganharão a honra de montar o TubeSat orbital real”.
Sérgio Mascarenhas, coordenador de projetos do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da Universidade de São Paulo (USP) em São Carlos, tem acompanhado com entusiasmo a construção do satélite de Ubatuba: “O apoio à iniciativa do professor é a saída para melhorarmos a educação no Brasil”, comenta. Em férias, o professor Candido Osvaldo de Souza não foi encontrado para comentar o projeto que ele coordena.
Imagens
O vídeo “Mão na massa: aprendendo a soldar, criar placas, corroer e fabricar placas no seu escritório” contém etapas do processo de produção das placas pelos professores e pelas crianças – como a impressão, usando ferro de passar roupa.
segunda-feira, janeiro 03, 2011
quinta-feira, dezembro 30, 2010
Vereadores revogam aumento de salário
Postado por
Marcel
Publicado no Cruzeiro on-line
Os vereadores de Sorocaba decidiram, na manhã de hoje (30), revogar o aumento salarial que se concederam a partir de 2013. Pela proposta, eles receberiam na próxima legislatura R$ 15 mil por mês.
Os vereadores de Sorocaba decidiram, na manhã de hoje (30), revogar o aumento salarial que se concederam a partir de 2013. Pela proposta, eles receberiam na próxima legislatura R$ 15 mil por mês.
Com a medida, os subsídios continuam a ser reajustados com base no índice aplicado aos servidores públicos.
A decisão foi tomada em reunião na Câmara e determinada pela pressão popular. A Proposta será votada durante sessão extraordinária na próxima terça-feira (4).
domingo, dezembro 26, 2010
Projeto quer impedir o aumento de salário dos vereadores
Postado por
Marcel
Por Giuliano Bonamim no site do Jornal Cruzeiro do Sul
A decisão dos vereadores de Sorocaba em aumentar os seus próprios salários de R$ 7,8 mil para R$ 15 mil, a partir de 2013, começou a provocar efeitos na sociedade civil e em entidades organizadas. Um encontro no Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), 5ª feira (23) à tarde, definiu a criação de um projeto de iniciativa popular para reverter a decisão dos parlamentares sorocabanos.
O objetivo do movimento é fazer com que os salários dos vereadores sejam novamente atrelados ao reajuste dos servidores públicos municipais, como era feito desde 2004. Com a aprovação do novo projeto, feita em 20 de dezembro, o pagamento dos integrantes da Câmara sorocabana passa a ser ligado com a remuneração dos deputados estaduais.
O encontro na Apeoesp teve a presença de 29 pessoas, entre estudantes, professores, membros de partidos políticos, advogados, sociólogos e integrantes do Grupo Fé e Política da Arquidiocese de Sorocaba. A intenção é reunir 20 mil assinaturas - com nome completo e o número de título de eleitor - para anexá-las ao projeto de iniciativa popular e encaminhá-las à Câmara Municipal. O grupo também pretende barrar a criação de mais 20 cargos de assessor parlamentar, sem concurso público, um para cada vereador, com salário de R$ 3.016 por mês.
A próxima reunião está agendada para 8 de janeiro de 2011, às 16h, na sede da Apeoesp. Segundo o coordenador da entidade, Alexandre Tardelli Genesi, no encontro será apresentado o texto do projeto de iniciativa popular e definida a estratégia para a coleta de assinaturas pela cidade.
O discurso dos 29 participantes do movimento é o mesmo: de indignação. Genesi acusa os vereadores de descaso pelo tratamento dado os manifestantes e aos cidadãos presentes no plenário da Câmara, além da forma como transcorreu a votação. "Na realidade, isso não foi um aumento, mas sim um abuso que eles [vereadores] aprovaram", comenta. Segundo o coordenador da Apeoesp, o ato causou revolta em toda a população. "O nosso objetivo é fazer com que esse movimento ganhe força, desmascare os vereadores e mostre à sociedade a imoralidade desse abuso que cometeram", conclui.
O professor Luiz Orlando Banietti segue o mesmo discurso e classifica como uma atitude de extrema ironia o comportamento dos vereadores durante a sessão. "É uma canalhice o que eles fizeram com o povo de Sorocaba, pois eles não foram eleitos para aumentar os próprios salários, mas sim para trabalhar em favor do povo", diz. Para ele, o povo sorocabano dará uma resposta e vai conseguir reverter esse aumento. A decisão de aumentar os salários dos parlamentares também revoltou o coordenador do Grupo Fé e Política da Arquidiocese de Sorocaba, Francisco Carlos Leite, segundo suplente da Câmara de Vereadores pelo PT.
"Embora eu seja um suplente da Câmara dos Vereadores, particularmente não concordo com esse aumento e estou defendendo o que a população tem me procurado", comenta. Segundo ele, nesse momento é importante a conscientização das entidades e da população sobre o assunto. "Queremos que a cidade saiba o tamanho do aumento salarial que veio para os vereadores, pois diante daquilo que vivemos hoje é um valor absurdo", diz Leite.
Dois representantes de partidos políticos de Sorocaba também manifestaram apoio ao movimento. O representante da executiva municipal do PC do B, Marcos Anchieta, e o presidente do Psol, Rodrigo Chizoleni, demonstraram interesse em ajudar a sociedade na derrubada do aumento. "Só depende da gente, pois todo movimento precisa ter uma organização interna e um reflexo na sociedade. E esse reflexo eu garanto que já existe, pois sentimos que a população está indignada", diz Anchieta.
A decisão dos vereadores de Sorocaba em aumentar os seus próprios salários de R$ 7,8 mil para R$ 15 mil, a partir de 2013, começou a provocar efeitos na sociedade civil e em entidades organizadas. Um encontro no Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), 5ª feira (23) à tarde, definiu a criação de um projeto de iniciativa popular para reverter a decisão dos parlamentares sorocabanos.
O objetivo do movimento é fazer com que os salários dos vereadores sejam novamente atrelados ao reajuste dos servidores públicos municipais, como era feito desde 2004. Com a aprovação do novo projeto, feita em 20 de dezembro, o pagamento dos integrantes da Câmara sorocabana passa a ser ligado com a remuneração dos deputados estaduais.
O encontro na Apeoesp teve a presença de 29 pessoas, entre estudantes, professores, membros de partidos políticos, advogados, sociólogos e integrantes do Grupo Fé e Política da Arquidiocese de Sorocaba. A intenção é reunir 20 mil assinaturas - com nome completo e o número de título de eleitor - para anexá-las ao projeto de iniciativa popular e encaminhá-las à Câmara Municipal. O grupo também pretende barrar a criação de mais 20 cargos de assessor parlamentar, sem concurso público, um para cada vereador, com salário de R$ 3.016 por mês.
A próxima reunião está agendada para 8 de janeiro de 2011, às 16h, na sede da Apeoesp. Segundo o coordenador da entidade, Alexandre Tardelli Genesi, no encontro será apresentado o texto do projeto de iniciativa popular e definida a estratégia para a coleta de assinaturas pela cidade.
O discurso dos 29 participantes do movimento é o mesmo: de indignação. Genesi acusa os vereadores de descaso pelo tratamento dado os manifestantes e aos cidadãos presentes no plenário da Câmara, além da forma como transcorreu a votação. "Na realidade, isso não foi um aumento, mas sim um abuso que eles [vereadores] aprovaram", comenta. Segundo o coordenador da Apeoesp, o ato causou revolta em toda a população. "O nosso objetivo é fazer com que esse movimento ganhe força, desmascare os vereadores e mostre à sociedade a imoralidade desse abuso que cometeram", conclui.
O professor Luiz Orlando Banietti segue o mesmo discurso e classifica como uma atitude de extrema ironia o comportamento dos vereadores durante a sessão. "É uma canalhice o que eles fizeram com o povo de Sorocaba, pois eles não foram eleitos para aumentar os próprios salários, mas sim para trabalhar em favor do povo", diz. Para ele, o povo sorocabano dará uma resposta e vai conseguir reverter esse aumento. A decisão de aumentar os salários dos parlamentares também revoltou o coordenador do Grupo Fé e Política da Arquidiocese de Sorocaba, Francisco Carlos Leite, segundo suplente da Câmara de Vereadores pelo PT.
"Embora eu seja um suplente da Câmara dos Vereadores, particularmente não concordo com esse aumento e estou defendendo o que a população tem me procurado", comenta. Segundo ele, nesse momento é importante a conscientização das entidades e da população sobre o assunto. "Queremos que a cidade saiba o tamanho do aumento salarial que veio para os vereadores, pois diante daquilo que vivemos hoje é um valor absurdo", diz Leite.
Dois representantes de partidos políticos de Sorocaba também manifestaram apoio ao movimento. O representante da executiva municipal do PC do B, Marcos Anchieta, e o presidente do Psol, Rodrigo Chizoleni, demonstraram interesse em ajudar a sociedade na derrubada do aumento. "Só depende da gente, pois todo movimento precisa ter uma organização interna e um reflexo na sociedade. E esse reflexo eu garanto que já existe, pois sentimos que a população está indignada", diz Anchieta.
terça-feira, dezembro 21, 2010
sexta-feira, dezembro 17, 2010
Herman Voorrwald substituirá Paulo Renato Souza
Postado por
Marcel
Por Catia Seabra, publicado no Folha de SP Online
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), confirmou nesta sexta-feira que o reitor da Unesp, Herman Voorwald, irá assumir a Secretaria de Educação no lugar de Paulo Renato Souza.
A informação foi antecipada por Renata Lo Prete e Fabio Zambelli, do "Painel" da Folha. O reitor será oficializado às 16h, com outros dois nomes para secretarias.
Ao concluir que seria substituído, Paulo Renato decidiu se antecipar e disse que comunicaria a Alckmin o desejo de sair. A decisão, porém, já havia sido tomada.
Os indicadores da educação paulista e o sistema de progressão continuada custaram a Alckmin os mais pesados ataques da oposição na campanha. Ele tem manifestado aos mais próximos a preocupação em reposicionar a gestão da secretaria.
Além da reformulação conceitual, a troca atende a duas demandas manifestadas na campanha: a implantação de um modelo de ensino integral, ancorada na ressurreição de programas como o Escola da Família, e uma nova atitude diante das queixas do professorado.
A crise na interlocução com a categoria chegou ao ponto mais agudo em março, quando um grupo de sindicalistas entrou em confronto com policiais em frente ao Palácio dos Bandeirantes.
O primeiro nome cogitado para a pasta foi o de Laura Laganá, superintendente do Centro Paula Souza. Mas Alckmin passou a procurar um nome com histórico acadêmico, e a triagem chegou a Voorwald, 55.
Doutor em mecânica, ele dirigiu a Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá, no Vale do Paraíba e é reitor da Unesp desde janeiro de 2009.
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), confirmou nesta sexta-feira que o reitor da Unesp, Herman Voorwald, irá assumir a Secretaria de Educação no lugar de Paulo Renato Souza.
A informação foi antecipada por Renata Lo Prete e Fabio Zambelli, do "Painel" da Folha. O reitor será oficializado às 16h, com outros dois nomes para secretarias.
Ao concluir que seria substituído, Paulo Renato decidiu se antecipar e disse que comunicaria a Alckmin o desejo de sair. A decisão, porém, já havia sido tomada.
Os indicadores da educação paulista e o sistema de progressão continuada custaram a Alckmin os mais pesados ataques da oposição na campanha. Ele tem manifestado aos mais próximos a preocupação em reposicionar a gestão da secretaria.
Além da reformulação conceitual, a troca atende a duas demandas manifestadas na campanha: a implantação de um modelo de ensino integral, ancorada na ressurreição de programas como o Escola da Família, e uma nova atitude diante das queixas do professorado.
A crise na interlocução com a categoria chegou ao ponto mais agudo em março, quando um grupo de sindicalistas entrou em confronto com policiais em frente ao Palácio dos Bandeirantes.
O primeiro nome cogitado para a pasta foi o de Laura Laganá, superintendente do Centro Paula Souza. Mas Alckmin passou a procurar um nome com histórico acadêmico, e a triagem chegou a Voorwald, 55.
Doutor em mecânica, ele dirigiu a Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá, no Vale do Paraíba e é reitor da Unesp desde janeiro de 2009.
segunda-feira, dezembro 13, 2010
Deu branco na Imprensa 2010
Postado por
Marcel
A festa - que a cada ano muda de lugar - acontece neste ano no Asteroid, a partir das 21h. O ingresso custa R$ 5 e mais um litro de leite. As pessoas que forem participar devem ir vestidas de branco, pois, à meia-noite, celebramos a passagem de ano (com contagem regressiva e tudo).
A música fica por conta dos DJs Fred Marques e Will. Fica aqui o convite para dançar, cantar, descontrair e, principalmente, confraternizar. Vamos lotar o Asteroid e arrebentar nesta nossa festa de final de ano. E olha que nesta festa - mais do que em todas as outras - nós temos o que comemorar...
PS - Quem puder dar uma força na divulgação, o banner é esse acima
Assinar:
Postagens (Atom)

