A Associação Sorocabana de Imprensa (ASI) recebe, até o dia 1 de outubro de 2010, as inscrições para o 10º Prêmio Jornalístico “ASI/SCHAEFFLER GROUP de Direitos Humanos”.
Os valores das inscrições são os seguintes:
a) gratuitas para sócios há pelo menos 06 (seis) meses da data de inscrição do trabalho;
b) estudantes – R$ 25,00;
c) não sócios – R$ 50,00
O não associado, ao se inscrever, ganhará sua filiação à ASI, com três mensalidades pagas (a partir do mês da inscrição), além do direito de concorrer ao concurso; ou seja, além de concorrer a esse renomado Prêmio, o jornalista/estudante passa a integrar o quadro associativo.
Os trabalhos devem ter sido, comprovadamente, publicados ou apresentados ao público no período de 3 de outubro de 2009 até a data de término das inscrições (1 de outubro de 2010).
Novos prêmios
A novidade da edição deste ano está no reajuste dos valores dos prêmios. Caberá ao 3° lugar o valor de R$ 800,00; ao 2°, R$ 1.200,00 e ao primeiro colocado a quantia de R$ 2.000,00.
O vencedor da categoria Jornalismo Impresso ou Eletrônico receberá o Troféu “Vitor Cioffi de Luca”; Rádiojornalismo – Troféu “Ulderico Amêndola”; Telejornalismo – Troféu “Marcos César”; Fotojornalismo – Troféu “Álvaro Zalla” e Reportagem Cinematográfica – Troféu “Freitas Júnior”. Assim como nas edições anteriores, entre os trabalhos vencedores será concedido o Prêmio Especial “Tim Lopes”, que recebe também este ano uma premiação diferente de anos anteriores.
A cerimônia de entrega do 10° Prêmio Jornalístico “ASI / SCHAEFFLER GROUP de Direitos Humanos” vai acontecer no dia 08 de novembro, às 19h, em Sessão Solene da Câmara Municipal de Sorocaba.
As inscrições e a entrega das matérias em três vias, independentemente da categoria, devem ser feitas na sede da ASI, que fica na Avenida Antonio Carlos Comitre, 330 - Parque Campolim, de segunda a sexta-feira, das 13h às 17h. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (15) 3232-4868 ou pelo e-mail asisorocaba@hotmail.com.
terça-feira, agosto 31, 2010
domingo, agosto 29, 2010
A imprensa e a despolitização do debate eleitoral
Postado por
Marcel
Por Carlos Castilho no site Observatório da Imprensa
Até parece conversa de avô para neto, mas definitivamente não se fazem mais campanhas eleitorais como antes. O que mais surpreende na atual campanha é a ausência de conflito, é como se o eleitor fosse escolher entre seis e meia dúziaporque esta é a mensagem embutida na agenda que a mídia está levando para a opinião publica.
Até agora a imprensa tem se preocupado mais em mostrar o seu aparato tecnológico para cobrir um evento, o que para a população ainda não parece significar grande coisa. A competição real não parece ser entre os candidatos mas entre a TV Globo e suas concorrentes, da mesma forma que os jornais tratam de achar temas eleitorais que possam justificar aumento nas tiragens.
A imprensa parece adotar este comportamento porque sente que o eleitor está cada vez mais descrente na política convencional, ao mesmo tempo em que sabe que convém ficar bem com o próximo/a eleito/a ou pelo menos ampliar o seu cacife para futuras negociações com o/a novo/a presidente.
Os candidatos, pelo menos até agora, deixaram de lado a politização ou ideologização da campanha por dois motivos:
Até parece conversa de avô para neto, mas definitivamente não se fazem mais campanhas eleitorais como antes. O que mais surpreende na atual campanha é a ausência de conflito, é como se o eleitor fosse escolher entre seis e meia dúziaporque esta é a mensagem embutida na agenda que a mídia está levando para a opinião publica.
Até agora a imprensa tem se preocupado mais em mostrar o seu aparato tecnológico para cobrir um evento, o que para a população ainda não parece significar grande coisa. A competição real não parece ser entre os candidatos mas entre a TV Globo e suas concorrentes, da mesma forma que os jornais tratam de achar temas eleitorais que possam justificar aumento nas tiragens.
A imprensa parece adotar este comportamento porque sente que o eleitor está cada vez mais descrente na política convencional, ao mesmo tempo em que sabe que convém ficar bem com o próximo/a eleito/a ou pelo menos ampliar o seu cacife para futuras negociações com o/a novo/a presidente.
Os candidatos, pelo menos até agora, deixaram de lado a politização ou ideologização da campanha por dois motivos:
terça-feira, agosto 24, 2010
A que ponto chega...
Postado por
Marcel
COMENTÁRIO - Ontem, li uma notícia que fiquei assustado. Nela, duas crianças brincavam com aqueles sucos de feira e foram levados à delegacia por isso. Você, leitor, deve estar se perguntando: como é? Pois é. Sabe aqueles sucos que são vendidos em plásticos transparentes em formatos de bichos, carrinho e armas? Aqueles que, normalmente, são vendidos na feira-livre. Pois bem, duas crianças brincavam com aqueles pedaços de plástico - depois de tomarem os sucos e enchê-los de areia - em uma escola. E isso acabou virando caso de polícia. O mais engraçado são os argumentos das crianças de que estavam brincando de polícia e ladrão e que usavam as armas depois de tomarem os sucos. Surreal, no mínimo.
A matéria publicada é esta abaixo
http://www.cruzeirodosul.inf.br/materia.phl?editoria=34&id=335317A matéria publicada é esta abaixo
Brincadeira de estudantes torna-se caso de polícia
Notícia publicada na edição de 22/08/2010 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 4 do caderno A - o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.A brincadeira de dois estudantes dentro da Escola Estadual Dulce Esmeralda Basile Ferreira, no Parque São Bento, se transformou em caso de polícia. Os garotos, de 12 e 13 anos, foram levados à delegacia do plantão norte na sexta-feira à tarde e tiveram que explicar o que faziam com duas armas de brinquedo. Responderam simplesmente que no intervalo das aulas corriam um atrás do outro brincando de ‘polícia e ladrão.
Os brinquedos de plástico apreendidos com os garotos são embalagens de suco artificial e imitam a forma de revólver. Os dois adolescentes disseram que compraram os brinquedos numa quitanda do bairro, tomaram o suco e encheram de areia. Voltaram para casa depois que os pais foram buscá-los na delegacia.
domingo, agosto 22, 2010
Começa nessa segunda-feira dia 23, o encontro com os candidatos a Deputados
Postado por
Marcel
O Encontro tem como objetivo apresentar os candidatos e suas propostas. Uma banca de entrevistadores formada por profissionais da imprensa questionará os convidados sobre temas de interesse local. De acordo com o sorteio realizado, a ordem das reuniões será a seguinte: dia 23 participam Jessé Loures (PV), Carlos Cezar (PSC), Cláudio Sorocaba I (PR), Luiz Santos (PMN) e Major Rolim (PP).
No dia 26 será a vez de Antônio Carlos Pannunzio (PSDB), Laerte Molleta (PV), Iara Bernardi (PT), Carlos Fernando (PSDC) e Vitor do S. José (PTB). No dia 30 participam José Ailton (PSDB), Paulo Duarte (PSC); Gabriel Bittencourt (PC do B); Francisco França (PT); Hamilton Pereira (PT) e Raul Marcelo (Psol). No dia 2, Caldini Crespo (DEM), Rodrigo Chizolini (Psol), Renato Amary (PSDB), Toninho Corredor (PSC) e Jefferson Campos ((PSB) e no dia 09, Maria Lucia Amary (PSDB), Vitor Peixoto (Frangão PMN), Jessé dos Animais (PPS), Jeferson Rodrigues (PMDB) e Chicão Serra Talhada (PMDB).
As reuniões acontecem na sede do Sindicato, à Rua Cesário Mota nº 482, às 19h30. Outras informações pelo telefone (15) 3342.8678
No dia 26 será a vez de Antônio Carlos Pannunzio (PSDB), Laerte Molleta (PV), Iara Bernardi (PT), Carlos Fernando (PSDC) e Vitor do S. José (PTB). No dia 30 participam José Ailton (PSDB), Paulo Duarte (PSC); Gabriel Bittencourt (PC do B); Francisco França (PT); Hamilton Pereira (PT) e Raul Marcelo (Psol). No dia 2, Caldini Crespo (DEM), Rodrigo Chizolini (Psol), Renato Amary (PSDB), Toninho Corredor (PSC) e Jefferson Campos ((PSB) e no dia 09, Maria Lucia Amary (PSDB), Vitor Peixoto (Frangão PMN), Jessé dos Animais (PPS), Jeferson Rodrigues (PMDB) e Chicão Serra Talhada (PMDB).
As reuniões acontecem na sede do Sindicato, à Rua Cesário Mota nº 482, às 19h30. Outras informações pelo telefone (15) 3342.8678
sexta-feira, agosto 20, 2010
terça-feira, agosto 17, 2010
A fogueira de vaidades
Postado por
Marcel
Rafael Evangelista (*)
Na terça-feira, 8 de agosto, a Folha de S.Paulo publicou um texto de seu articulista, o ex-cineasta Arnaldo Jabor, intitulado "Síndrome de São Paulo cultiva política do bode preto". Nele, Jabor fala sobre o que chama de síndrome de São Paulo, uma corrente ideológica que nasceria do caos urbano paulistano e se alastraria pelos intelectuais do país, consistindo em um "negativismo crônico" e faria com que estes ignorassem "qualquer melhoria no país e no mundo".
Quem leu o artigo de Tom Wolfe, publicado na mesma Folha de S. Paulo no dia 16 do mês anterior, com o título "O império do marxismo rococó", espanta-se com a simples transposição de idéias que Jabor faz. Em seu artigo, Wolfe critica aos intelectuais da esquerda norte-americana, que não reconheceriam ter sido o século XX o século americano. O cidadão comum norte-americano teria alcançado um padrão de vida nunca antes imaginado e a esquerda insistiria em tomá-los como vítimas do capitalismo. Segundo Wolfe, para ser um intelectual nos Estados Unidos bastaria falar mal de tudo sem entender de nada, opinar sobre todos os assuntos menos sobre sua área de atuação. Algo parecido com o negativismo crônico de que fala Jabor.
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