Por sugestão de um amigo das antigas
Conta a lenda que um velho sábio, tido como mestre da paciência, era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, um homem conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu com a intenção de desafiar o mestre da paciência. O velho aceitou o desafio e o homem começou a insultá-lo. Chegou a jogar algumas pedras em sua direção, cuspiu em sua direção e gritou todos os tipos de insultos.
Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o homem se deu por vencido e retirou-se.
Impressionados, os alunos perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade.
O mestre perguntou:
- Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceitar, a quem pertence o presente?
- A quem tentou entregá-lo. Respondeu um dos discípulos.
- O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos. Quando não aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo.
A sua paz interior depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma... a não ser que você permita!!!
terça-feira, fevereiro 08, 2011
segunda-feira, janeiro 31, 2011
Postado por
Marcel
Por Beth Cerquinho, Retirado do Blog Beth Cerquinho
Dia 22 de dezembro de 2010, estava sem aparelho na perna (sofro de poliomielite) peguei as muletas pra andar em casa, quando uma delas quebrou, isso..quebrou ao meio...(e não isso nunca poderia acontecer)! Desde lá estou de cama em repouso me recuperando de 2 fraturas, uma no Fêmur e outra na tíbia. Ainda de acordo com a previsão médica faltam mais 2 semanas...mas quem sabe né??
Eu não processei nem vou processar o lugar que comprei, meu marido foi até lá entregou a eles e pediu a gentileza que nunca mais houvesse um só artefato ortopédico dessa indústria a venda. Estou desde então com a vida parada, projetos parados,e passei por dores quase insuportaveis...Aqui preciso confessar :- Gente o remédio que o Drº House toma é ÓTIMO, foi assim que consegui dormir. Passei por um período que se misturou depressão e ansiedade, afetou muito meu humor, hoje com remédios estou voltando a ser eu mesma.
Tenho vários pares de muletas canadenses, a pergunta que ficou é:- quem testa o material pra chegar até mim?
- Não tem um selo do Inmetro ou outro órgão, sendo que qualquer brinquedo de R$1,99 é obrigado a ter.
- Porque esses artefatos não vem com instrução de armazenagem ou especificando a validade?
-Como saberei se a muleta pode me aguentar e por quanto tempo?? Onde está escrito isso??
É uma falha muito séria essa afinal, muito idosos e portadores de degeneração óssea usam.
Mas não tenho a quem reclamar senão aqui no meu blog. Nesse país só se fala em reparação financeira, e não é que eu não precise, mas nada vai pagar a dor e o tempo que infligi aos familiares e a mim mesma.
É isso meus amigos...e podem ir preparando aquele feijão preto que eu tô voltando...rs
Como disse um amigo, "nóis enverga mais num quebra."
sábado, janeiro 29, 2011
quinta-feira, janeiro 27, 2011
A USP contra o Estado de Direito
Postado por
Marcel
Artigo de Fábio Konder Comparato, Francisco de Oliveira, Jorge Luiz Souto Maior, Luiz Renato Martins e Paulo Arantes
Um estatuto que permanece intocado mesmo após o fim do regime militar e um reitor que tem buscado a qualquer custo levar a efeito um projeto privatizante estão conduzindo a USP ao caos.
Após declarar-se pelo financiamento privado e pela reordenação dos cursos segundo o mercado, o reitor vem instituindo o terror por intermédio de inquéritos administrativos apoiados em um instrumento da ditadura (dec. nº 52.906/ 1972), pelos quais pretende a eliminação de 24 alunos.
Quanto aos servidores, impôs, em 2010, a quebra da isonomia salarial, instituída desde 1991, e, para inibir o direito de greve, suspendeu o pagamento de salários, desrespeitando praxe institucionalizada há muito na USP.
Agora, em 2011, determinou o "desligamento" de 271 servidores, sem prévio aviso e sem consulta a diretores de unidades e superiores dos "desligados". Não houve avaliação de desempenho. Nenhum desses servidores possuía qualquer ocorrência negativa. As demissões atingiram técnicos na maioria com mais de 20 anos de serviços prestados à universidade.
O ato imotivado e, portanto, discriminatório, visou, unicamente, retaliar e aterrorizar o sindicato (Sintusp), principal obstáculo à privatização da USP desde a contestação aos decretos do governo Serra, em 2007. Mas o caso presente traz outras perversidades.
Artigo publicado na "Folha de SP"
Um estatuto que permanece intocado mesmo após o fim do regime militar e um reitor que tem buscado a qualquer custo levar a efeito um projeto privatizante estão conduzindo a USP ao caos.
Após declarar-se pelo financiamento privado e pela reordenação dos cursos segundo o mercado, o reitor vem instituindo o terror por intermédio de inquéritos administrativos apoiados em um instrumento da ditadura (dec. nº 52.906/ 1972), pelos quais pretende a eliminação de 24 alunos.
Quanto aos servidores, impôs, em 2010, a quebra da isonomia salarial, instituída desde 1991, e, para inibir o direito de greve, suspendeu o pagamento de salários, desrespeitando praxe institucionalizada há muito na USP.
Agora, em 2011, determinou o "desligamento" de 271 servidores, sem prévio aviso e sem consulta a diretores de unidades e superiores dos "desligados". Não houve avaliação de desempenho. Nenhum desses servidores possuía qualquer ocorrência negativa. As demissões atingiram técnicos na maioria com mais de 20 anos de serviços prestados à universidade.
O ato imotivado e, portanto, discriminatório, visou, unicamente, retaliar e aterrorizar o sindicato (Sintusp), principal obstáculo à privatização da USP desde a contestação aos decretos do governo Serra, em 2007. Mas o caso presente traz outras perversidades.
Todos os demitidos já se encontravam aposentados, a maioria em termos proporcionais. Na verdade, foram incentivados a fazê-lo por comunicação interna da USP, divulgada após as decisões do STF (ADIs nº 1.721 e nº 1.770), definindo que a aposentadoria por tempo de contribuição não extingue o contrato de trabalho.
A dispensa efetivada afrontou o STF e configurou uma traição ao que fora ajustado, chegando-se mesmo a instituir um "Termo de Continuidade de Contrato em face da Aposentadoria Espontânea".
Nem cabe tentar apoiar a iniciativa no art. 37, parágrafo 10, da Constituição, que prevê a impossibilidade de acumular provento de aposentadoria com remuneração de cargo público, pois esses servidores eram "celetistas", ocupantes de empregos públicos, e suas aposentadorias advinham do Regime Geral da Previdência Social, e não de Regime Especial.
O ato não tem, igualmente, qualquer razão econômica e, ainda que tivesse, lhe faltaria base jurídica, pois, como definido pelo TST (caso Embraer), a dispensa coletiva de trabalhadores deve ser precedida de negociação com o sindicato.
Do ato à sorrelfa, com a USP esvaziada pelas férias, não se extrai qualquer fundamento de legalidade, sobressaindo a vontade do reitor de impor o terror a alguns dos líderes sindicais da categoria, próximos da aposentadoria, contrariando até mesmo parecer da procuradoria da universidade, que apontara a ilegalidade das demissões.
Assinale-se a magnitude do potencial dano econômico-moral à USP. A ação desumana de gerar sofrimento imerecido a servidores fere a imagem da universidade.
Sob o prisma econômico, a dispensa coletiva, de caráter discriminatório, traz o risco de enorme passivo judicial, pelas quase certas indenizações por danos morais que os servidores "desligados" poderão angariar a partir das decisões do STF e do TST e da forma como o "desligamento" se deu, sem contar reintegrações e salários retroativos.
Cumpre conduzir à administração da USP a noção de que "ninguém está acima da lei", exigindo-se a revogação imediata dos "desligamentos" e o estabelecimento de uma Estatuinte à luz da Constituição de 1988, em respeito ao Estado democrático de Direito.
A dispensa efetivada afrontou o STF e configurou uma traição ao que fora ajustado, chegando-se mesmo a instituir um "Termo de Continuidade de Contrato em face da Aposentadoria Espontânea".
Nem cabe tentar apoiar a iniciativa no art. 37, parágrafo 10, da Constituição, que prevê a impossibilidade de acumular provento de aposentadoria com remuneração de cargo público, pois esses servidores eram "celetistas", ocupantes de empregos públicos, e suas aposentadorias advinham do Regime Geral da Previdência Social, e não de Regime Especial.
O ato não tem, igualmente, qualquer razão econômica e, ainda que tivesse, lhe faltaria base jurídica, pois, como definido pelo TST (caso Embraer), a dispensa coletiva de trabalhadores deve ser precedida de negociação com o sindicato.
Do ato à sorrelfa, com a USP esvaziada pelas férias, não se extrai qualquer fundamento de legalidade, sobressaindo a vontade do reitor de impor o terror a alguns dos líderes sindicais da categoria, próximos da aposentadoria, contrariando até mesmo parecer da procuradoria da universidade, que apontara a ilegalidade das demissões.
Assinale-se a magnitude do potencial dano econômico-moral à USP. A ação desumana de gerar sofrimento imerecido a servidores fere a imagem da universidade.
Sob o prisma econômico, a dispensa coletiva, de caráter discriminatório, traz o risco de enorme passivo judicial, pelas quase certas indenizações por danos morais que os servidores "desligados" poderão angariar a partir das decisões do STF e do TST e da forma como o "desligamento" se deu, sem contar reintegrações e salários retroativos.
Cumpre conduzir à administração da USP a noção de que "ninguém está acima da lei", exigindo-se a revogação imediata dos "desligamentos" e o estabelecimento de uma Estatuinte à luz da Constituição de 1988, em respeito ao Estado democrático de Direito.
- Fabio Konder Comparato é professor emérito da Faculdade de Direito da USP; Francisco de Oliveira é professor emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP (FFLCH-USP); Jorge Luiz Souto Maior é professor associado da Faculdade de Direito da USP; Luiz Renato Martins é professor da Escola de Comunicações e Artes da USP; Paulo Arantes é professor da FFLCH-USP.
Jornal de Piracicaba inova na área de pré-impressão com a chapa verde
Postado por
Marcel
Por Alessandro Meirelles - Jornal de Piracicaba
O Jornal de Piracicaba é o primeiro veículo de informação no interior de São Paulo a adotar no seu processo de pré-impressão a tecnologia da chapa N92-VCF, conhecida no mercado mundial como chapa verde, por não utilizar produtos químicos.
Além de não usar substâncias nocivas ao meio ambiente, o processo utilizado pelo JP desde a semana passada também reduz a utilização de água.
"A tecnologia já é usada nos estados do Paraná e Santa Catarina. Em São Paulo, existe na capital e no litoral paulista, mas no interior ainda era inédita. É uma inovação que vai ao encontro do que há de mais ecológico no mercado de jornais", destacou o gerente de marketing da empresa Agfa Graphics, Eduardo Ferreira de Sousa, que forneceu o equipamento ao JP.
O uso de produtos químicos no processo de pré-impressão ainda é uma realidade no mercado editorial. Com o novo procedimento, o JP sai na frente. E quem agradece é a natureza.
"Essa chapa elimina qualquer processamento químico durante a pré-impressão digital. O produto usado agora tem PH neutro, que é ambientalmente correto. Nossa intenção era melhorar o processo produtivo, sem agredir em nada o meio ambiente", ressaltou o gerente industrial e de T.I (Tecnologia da Informação) do JP, Leandro Halle Najm.
O Jornal de Piracicaba é o primeiro veículo de informação no interior de São Paulo a adotar no seu processo de pré-impressão a tecnologia da chapa N92-VCF, conhecida no mercado mundial como chapa verde, por não utilizar produtos químicos.
Além de não usar substâncias nocivas ao meio ambiente, o processo utilizado pelo JP desde a semana passada também reduz a utilização de água.
"A tecnologia já é usada nos estados do Paraná e Santa Catarina. Em São Paulo, existe na capital e no litoral paulista, mas no interior ainda era inédita. É uma inovação que vai ao encontro do que há de mais ecológico no mercado de jornais", destacou o gerente de marketing da empresa Agfa Graphics, Eduardo Ferreira de Sousa, que forneceu o equipamento ao JP.
O uso de produtos químicos no processo de pré-impressão ainda é uma realidade no mercado editorial. Com o novo procedimento, o JP sai na frente. E quem agradece é a natureza.
"Essa chapa elimina qualquer processamento químico durante a pré-impressão digital. O produto usado agora tem PH neutro, que é ambientalmente correto. Nossa intenção era melhorar o processo produtivo, sem agredir em nada o meio ambiente", ressaltou o gerente industrial e de T.I (Tecnologia da Informação) do JP, Leandro Halle Najm.
Vamos fazer chulé?
Postado por
Marcel
Quem disse que fazer ciência é chato? Quando jovem, eu era viciado nesse programa aqui: o Mundo de Beakman. E essa é uma das mostras que aprender pode ser algo bastante divertido.
Um dos experimentos que fiquei fascinado quando Beakman apresentou foi esse: como fazer chulé. Me lembro que mais tarde, com 21 anos, fui trabalhar no Cruzeiro do Sul e tentei, em vão, convencer a, então, editora do Cruzeirinho, a saudosa Selma Said, a publicar a receita e ensinar os baixinhos a fabricarem chulé. heheheh A Selma, prudentemente, não aceitou a ideia. heheheheh
Bom, aos que perderam o episódio e a oportunidade de aprender, aqui está. Basta seguir as dicas do Beakman e ficar bem longe do vidro depois quando abrí-lo. Boa sorte!
Um dos experimentos que fiquei fascinado quando Beakman apresentou foi esse: como fazer chulé. Me lembro que mais tarde, com 21 anos, fui trabalhar no Cruzeiro do Sul e tentei, em vão, convencer a, então, editora do Cruzeirinho, a saudosa Selma Said, a publicar a receita e ensinar os baixinhos a fabricarem chulé. heheheh A Selma, prudentemente, não aceitou a ideia. heheheheh
Bom, aos que perderam o episódio e a oportunidade de aprender, aqui está. Basta seguir as dicas do Beakman e ficar bem longe do vidro depois quando abrí-lo. Boa sorte!
terça-feira, janeiro 25, 2011
Viola minha viola
Postado por
Marcel
Por Mauro Tanaka Riyis, retirado do blog do Blog Tanaka Guitar
Uma das minhas músicas favoritas na adolescência era Aces High do Iron Maiden. Nessa época se me falassem de viola caipira, sanfona, etc era capaz de eu dar porrada.
Como os tempos mudaram e de um tempo para cá eu raramente perco um prograda do Sr. Brasil na TV Cultura apresentado pelo ícone Rolando Boldrin, achei intressante colocar esse vídeo demonstrando que exageros e purismos raramente nos levam a um bom lugar.
Uma das minhas músicas favoritas na adolescência era Aces High do Iron Maiden. Nessa época se me falassem de viola caipira, sanfona, etc era capaz de eu dar porrada.
Como os tempos mudaram e de um tempo para cá eu raramente perco um prograda do Sr. Brasil na TV Cultura apresentado pelo ícone Rolando Boldrin, achei intressante colocar esse vídeo demonstrando que exageros e purismos raramente nos levam a um bom lugar.
sábado, janeiro 22, 2011
Estranged
Postado por
Marcel
'Cause I see the storm is getting closer
And the waves, they get so high
Seems everything we've ever known is here
Why must it drift away and die?
PS - Nem sou muito do vídeo não. O que faz efeito, para mim, é a música mesmo. Acho muito bonita, e outra: o Slash é foda.
And the waves, they get so high
Seems everything we've ever known is here
Why must it drift away and die?
PS - Nem sou muito do vídeo não. O que faz efeito, para mim, é a música mesmo. Acho muito bonita, e outra: o Slash é foda.
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