sexta-feira, janeiro 15, 2010
666
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Marcel
Há dias que essa música me segue. Hoje tive um tempinho para sentar em frente ao computador e curtir esse clássico do Iron Maiden. Curto duas vezes: a música em si e ao relembrar esse show do Rock in Rio. Eu tive o privilégio de estar por lá. E como pulei e cantei. Um dos - senão o melhor - melhores shows que vi até hoje. O carioca tem uma relação íntima com Iron Maiden pelo fato do Eddie (esse monstro do Iron) ser mascote da torcida do Vasco (http://www.fjvasco.com.br/historiaeddie.htm). Então, a torcida inteira já curte, fora os caras que gostam de rock. O resultado não poderia ser outro: um show espetacular. Aqui fica uma pequena - mas importante - parte dessa apresentação que, para mim, ficou na história.
terça-feira, janeiro 05, 2010
Especialização em Divulgação da Ciência recebe inscrições para 2010
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Marcel
O curso de pós-graduação lato sensu em Divulgação da Ciência, da Tecnologia e da Saúde, é voltado a profissionais de diversas áreas envolvidos na divulgação científica, como museólogos, comunicadores, jornalistas, cientistas, educadores, sociólogos, cenógrafos, produtores culturais, professores de ciências e outros.
O curso, com duração de aproximadamente um ano, tem como objetivo oferecer formação profissional e acadêmica para o desenvolvimento da divulgação da ciência, da tecnologia e da saúde. As aulas, em sua maioria, acontecem no campus da Fundação Oswaldo Cruz, em Manguinhos. O preço da inscrição é de R$ 50, mas o curso é gratuito.
Esta é a segunda turma do curso, iniciado em 2009 como resultado da colaboração entre Museu da Vida/Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz, Casa da Ciência/Universidade Federal do Rio de Janeiro, Fundação Cecierj e Museu de Astronomia e Ciências Afins, com apoio da Rede de Popularização da Ciência e da Tecnologia da América Latina e do Caribe (Red-Pop), da Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciência e do Departamento de Popularização e Difusão da Ciência e Tecnologia/Secretaria de Ciência e Tecnologia para a Inclusão Social/Ministério da Ciência e Tecnologia.
As inscrições estão abertas até 22 de fevereiro.
Mais informações pelo fone (21) 3865-2234 ou site www.museudavida.fiocruz.br/lato
O curso, com duração de aproximadamente um ano, tem como objetivo oferecer formação profissional e acadêmica para o desenvolvimento da divulgação da ciência, da tecnologia e da saúde. As aulas, em sua maioria, acontecem no campus da Fundação Oswaldo Cruz, em Manguinhos. O preço da inscrição é de R$ 50, mas o curso é gratuito.
Esta é a segunda turma do curso, iniciado em 2009 como resultado da colaboração entre Museu da Vida/Casa de Oswaldo Cruz/Fiocruz, Casa da Ciência/Universidade Federal do Rio de Janeiro, Fundação Cecierj e Museu de Astronomia e Ciências Afins, com apoio da Rede de Popularização da Ciência e da Tecnologia da América Latina e do Caribe (Red-Pop), da Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciência e do Departamento de Popularização e Difusão da Ciência e Tecnologia/Secretaria de Ciência e Tecnologia para a Inclusão Social/Ministério da Ciência e Tecnologia.
As inscrições estão abertas até 22 de fevereiro.
Mais informações pelo fone (21) 3865-2234 ou site www.museudavida.fiocruz.br/lato
Miami Herald festeja doações em dinheiro dos leitores on-line
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Marcel
Por Marcos Moura
(http://www.nosdacomunicacao.com/panorama_interna.asp?panorama=667&tipo=A)
O ano que começa poderá ser um divisor de águas na relação entre leitores e jornais pelo mundo inteiro. A explosão de conteúdos na internet e a queda das receitas publicitárias em veículos impressos obrigam as empresas tradicionais a buscarem novas fórmulas econômicas para que o negócio continue a existir.
O tradicional jornal norte-americano 'Miami Herald', fundado em 1903, começou em meados de dezembro uma campanha pedindo doações aos próprios leitores. Em sua página na internet, no fim de cada texto, a
empresa lembra ao usuário que se ele 'valoriza as reportagens locais e investigativas do jornal, mas prefere lê-las com a comodidade da internet, poderia considerar um pagamento voluntário no site'. O leitor pode fazer a doação via cartão de crédito. Confira o link no 'Mais na web'.
(http://www.nosdacomunicacao.com/panorama_interna.asp?panorama=667&tipo=A)
O ano que começa poderá ser um divisor de águas na relação entre leitores e jornais pelo mundo inteiro. A explosão de conteúdos na internet e a queda das receitas publicitárias em veículos impressos obrigam as empresas tradicionais a buscarem novas fórmulas econômicas para que o negócio continue a existir.
O tradicional jornal norte-americano 'Miami Herald', fundado em 1903, começou em meados de dezembro uma campanha pedindo doações aos próprios leitores. Em sua página na internet, no fim de cada texto, a
empresa lembra ao usuário que se ele 'valoriza as reportagens locais e investigativas do jornal, mas prefere lê-las com a comodidade da internet, poderia considerar um pagamento voluntário no site'. O leitor pode fazer a doação via cartão de crédito. Confira o link no 'Mais na web'.
Segundo o editor-executivo do 'Herald', Anders Gyllenhaal, o resultado até o momento é um 'fluxo animador de doações', com a ajuda variando entre R$ 4 e R$ 96. Uma assinatura do jornal em papel por cinco semanas custa cerca de R$ 25, enquanto a on-line, com a mesma duração, sai por cerca de R$ 9.
Gyllenhaal comemora ainda que a iniciativa do 'Herald', a primeira do gênero nos Estados Unidos, fez com que se ampliasse a discussão sobre a questão do conteúdo jornalístico na internet, que caminhava para
apresentar apenas um modelo de negócio: o do conteúdo pago compulsoriamente.
apresentar apenas um modelo de negócio: o do conteúdo pago compulsoriamente.
Quem é o dono de uma entrevista?
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Marcel
Postado no Observatório da Imprensa por Carlos Castilho
Em outubro do ano passado dei uma entrevista por email para um aluno de faculdade de jornalismo e, ao finalizar, perguntei se poderia reproduzir o texto aqui no Código. A resposta foi negativa, fiquei meio confuso mas só dois meses depois é que dei conta de todas as implicações da questão.
Agora em dezembro, o jornalista inglês Paul Bradshaw reproduziu uma experiência pessoal quase idêntica e que tem a ver com uma nova situação criada pela internet na controvertida questão do direito de autoria. Trata-se de uma polêmica que ainda vai der muito pano para manga.
Tudo porque estão em jogo duas visões diferentes sobre um mesmo fato, ou situação. O entrevistado acha que é o dono de tudo porque afinal de conta as idéias, reflexões, experiências, percepções e opiniões são fruto de sua realidade pessoal. Já o jornalista está convencido de que a partir do momento em que ele colocou no papel ou transmitiu pela rádio e TV, ele passa a ser o proprietário dos direitos autorais do
produto final, mesmo citando as fontes.
As duas partes esgrimem argumentos lógicos. O entrevistado por razões óbvias, já que ele só foi consultado porque acumulou um conhecimento fruto de seu trabalho pessoal. Se ele publicar tudo num livro, ele tem
os direitos absolutos sobre a obra.
Já o repórter justifica sua negativa de reprodução alegando que ele o dono das perguntas, da idéia da entrevista e principalmente de sua edição, o que configuraria uma obra com características próprias e também pessoais.
Esta questão do direito de publicação pelo autor de entrevistas ou declarações dadas a terceiros está se tornando cada dia mais importante porque, além da autoria, também está em jogo o problema do
contexto. O jornalista faz entrevistas que depois podem ser usadas em contextos informativos bem diferentes dos imaginados pelos entrevistados.
Assim, por exemplo, cresce a cada dia o número de órgãos governamentais que publicam em seus sites corporativos entrevistas e comunicados distribuídos à imprensa em geral. O caso do blog da Petrobras ainda está na memória de todos nós, em especial a reação dos grandes jornais brasileiros.
Grande parte da dimensão adquirida pela questão é uma conseqüência do desejo de ter o controle sobre conteúdos informativos, seja pelo entrevistado ou pelo entrevistador. Desejo este que pode ter
motivações econômicas ou políticas.
No meu caso era o de disponibilizar para os leitores do Código uma reflexão que produzi para um estudante de jornalismo preparando o seu trabalho de conclusão de curso e que provavelmente seria lida apenas
pela banca examinadora.
Enquanto a questão for vista pelo lado do controle e de seus interesses implícitos vai ser quase impossível chegar a um denominador comum. Há até a possibilidade de situações esdrúxulas como o repórter ter o direito sobre as perguntas e o entrevistado sobre as respostas.
É algo kafkiano porque numa entrevista - seja ela escrita, em áudio ou em vídeo - é impossível separar as partes. É por isto que cresce a cada dia a percepção de que, pelo menos no caso de uma entrevista, ninguém teria direito a nada. O entrevistado porque esta dando um esclarecimento ao público e não ao repórter.
Este, por seu lado, assume na função jornalística, o papel de representante do leitor, ouvinte ou espectador.
Se tomarmos o público como referência, a polêmica deixa de existir porque tanto o entrevistado como o entrevistador estão prestando um serviço a terceiros. Mas como a maioria dos jornalistas assume que é
dono daquilo que publica, as fontes de informação começam a reivindicar o mesmo direito na medida em que descobrem que também podem publicar o que querem na internet. Daí o impasse.
domingo, janeiro 03, 2010
Dicas de blogs
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Marcel
Estou interessado em renovar/ampliar a leitura de blogs que acompanho. Alguém aí tem alguma sugestão boa? Aproveitando a deixa, fica aqui o link para o ranking do Top 100 dos blogs brasileiros, segundo o Technorati. http://www.interney.net/?p=9759413
Meus patins
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Marcel
Pretendo começar e finalizar o ano de 2010, literalmente, com rodinhas no pé. Estou em busca de um patins. Não desses in-line, que são difíceis de ficar equilibrado, mas daqueles modelos antigos, com rodas paralelas e que são mais fáceis de parar em pé. Andei muito de patins quando era criança. Aprendi a andar em um rinque que ficava ao lado da praça do canhão, em Sorocaba. Toda vez que vinha passar minhas férias na casa de meus avós em Sorocaba, eu ia para o rinque. Com uma pista apropriada, lá eu saltava cones, pessoas e fazia peripécias que só crianças e adolescentes conseguem fazer, enquanto não criam barriga.
Meus patins tiveram alguma serventia até meus pés ficarem grandes. Com botas feitas exclusivamente para meu tamanho, assim que cresci, perdi os patins e a habilidade de andar neles. Vinte e tantos anos depois, a vontade de me arriscar novamente sobre as quatro rodinhas veio logo na primeira vez que fui ao Extra e vi os atendentes para lá e para cá com seus ágeis patins.
E neste final de ano resolvi comprar o meu novo patins. Já vi uma loja em São Paulo que faz sob encomenda e, em breve, pretendo comprá-los. Fico receoso com os tombos que virão. Mas acho que o prazer de patinar e a falta de medo de levantar do tombo e recomeçar me fazem ir adiante nesta nova ideia, neste novo hobby. Em breve conto no que deu.
sábado, janeiro 02, 2010
O gato mergulhador
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Marcel
Todo gato tem medo de água?? Esse não. O gato é de um mergulhador que criou um equipamento para o bichano e o gato acaba mergulhando com o cara. Fiquei impressionado com a tranquilidade do gato dentro da água. Já vi muito marmanjo se desesperar só de colocar a cabeça dentro da água e o bichano aí pelo jeito nasceu para ser peixe.
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